Zampieri Imóveis

O ramo imobiliário não é feito somente de concreto e paredes, mas de pessoas e de portas. Quando o mercado se transforma, essas portas se abrem, tanto para empreender, como para aqueles que sonham em comprar um imóvel. Para Marcus Araújo, considerado um dos maiores analistas imobiliários do país, são claras as transformações do segmento nos últimos anos e ainda este ano, no qual chegamos somente na metade.

Pesquisas concluíram que 25% dos brasileiros com renda maior que R$ 1,5 mil por mês querem adquirir um imóvel nos próximos dois anos.

Para o analista e empresário, embora o mercado ainda esteja frio, o segundo semestre de 2019 guarda boas perspectivas, principalmente num cenário de avanços de reformas governamentais que podem impulsionar a economia. Segundo Araújo, pesquisas concluíram que 25% dos brasileiros com renda maior que R$ 1,5 mil por mês querem adquirir um imóvel nos próximos dois anos, por exemplo.

“O déficit habitacional estava sendo calculado, na alta do mercado imobiliário, em 6 milhões de imóveis. O nosso cálculo hoje dá 7,5 milhões. Isso significa que o volume está aumentando. Se ele está aumentando é porque as pessoas estão empurrando a compra, jogando para frente. Nem tudo isso vira compra porque o funil de vendas atua”, analisa, acrescentando que isso não deve desanimar o empresariado. “O segredo está, mesmo na baixa, em ter um produto bem ajustado. Isso pode gerar um sucesso imobiliário”, afirma.

De maneira abrangente, o empresário discorre ainda sobre uma das principais mudanças do ramo, que são os imóveis cada vez menores. Para ele, as casas e apartamentos ainda vão diminuir 15% de tamanho na próxima década.

“Primeiro você tem a mulher fora de casa, depois a quantidade de filhos caindo rapidamente nos últimos 10 anos. A grande maioria agora só tem um, e muita gente já não quer ter nenhum. E aí entra outra variável, que é o tempo de conexão [na internet]”, explica.

“O que eram 100 metros quadrados, com três quartos e uma suíte, vai virar 85 já em 2020. E aquele que está no estoque, que foi lançado há quatro anos, se não baixar o preço não vende porque vai custar mais na manutenção. Hoje o lazer está dentro do aplicativo. Na maioria dos condomínios as áreas de lazer estão paradas, com pouco uso”, concluiu.

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